A Chapa 2 RESET propõe uma rede aberta de apoio aos profissionais de Arquitetura de Interiores, mantida pelo CAU/SP: espaço de troca entre pares, orientação técnica, mentoria entre gerações e acesso às oportunidades do Banco de Oportunidades, com uma regra inegociável: sem indicação ou intermediação privilegiada. É a proposta 60 do caderno.
Criar uma rede aberta de apoio aos profissionais de Arquitetura de Interiores, organizada pelo CAU/SP. Aberta quer dizer que qualquer registrado do campo entra, sem convite, sem seleção, sem mensalidade. Rede de apoio quer dizer troca entre pares, orientação técnica do Conselho, mentoria de quem tem mais estrada para quem está começando e acesso organizado às oportunidades legítimas do campo. E a frase que o caderno traz é a que importa: sem intermediação privilegiada. O Conselho não indica profissional, não distribui cliente, não faz lista fechada.
A proposta 60 está no bloco "Arquitetura de Interiores" e é a versão de campo da bandeira 01 da chapa, o Banco de Oportunidades (propostas 1, 79 e 41). Liga-se também à 54 (comissão de Interiores), à 68 (diálogo com entidades e associações regionais), à 116 (intercâmbio entre gerações) e à 76 (núcleos de jovens nas associações).
Porque o profissional de Interiores trabalha sozinho, na maioria das vezes, e depende de rede para tudo: indicação de fornecedor confiável, dúvida sobre norma, modelo de contrato, parceiro para um trabalho maior. Hoje essa rede existe em grupos fechados, em comunidades pagas e em relações com lojas que cobram a chamada reserva técnica como pedágio. Quem está começando, ou mora longe da capital, fica de fora. Quem está dentro, às vezes paga caro, em dinheiro ou em independência.
O Conselho tem o cadastro de todos e o dever de valorizar a profissão e pugnar pelo aperfeiçoamento do seu exercício (Lei 12.378/2010, art. 24, §1º). Pode firmar convênios com entidades (art. 34, inciso XIV) e usar seus escritórios regionais (inciso III). É a instituição certa para uma rede sem dono.
Mas aqui é preciso cuidado, e a chapa assume o cuidado como regra. Conselho profissional não é agência de emprego nem clube de indicação. Toda oportunidade que circula na rede é pública, com critério publicado, nos termos da proposta 1. Toda mentoria é voluntária e aberta. Toda relação com fornecedor segue a orientação ética sobre reserva técnica (propostas 5 e 85). Sem isso, a rede vira o problema que quer resolver.
Custo: trabalho da comissão e da equipe, espaço cedido por parceiros e uma página no site. Com recursos próprios.
Em 11 de junho de 2025, o CAU/SP divulgou o "Projeto de Mentoria e Apoio Profissional", em parceria com uma entidade de apoio a pequenos negócios, e realizou "Ações de Acolhimento, Orientação e Mentoria" em várias cidades desde julho de 2024. A Comissão Temporária de Arquitetura de Interiores foi instituída em 1º de agosto de 2024. A plataforma da chapa da situação em 2026 propõe "ampliar formação, experiências, mentorias, redes e oportunidades" (proposta 11). Não encontramos registro público de rede aberta do CAU/SP voltada ao campo de Interiores com regras publicadas de participação. Se existir e não tivermos encontrado, corrigimos este artigo.
Rede aberta de apoio aos profissionais de interiores, sem intermediação privilegiada. Se faz sentido pra você, entre na rede da chapa e vote dia 5 de novembro.
Não. É a regra central da proposta: sem indicação ou intermediação privilegiada. As oportunidades circulam de forma pública, com critério publicado, pelo Banco de Oportunidades.
Não. É aberta a qualquer profissional registrado no campo, custeada por recursos próprios do Conselho.
O Conselho organiza e garante a regra pública; as associações são parceiras por convênio (art. 34, inciso XIV). A rede não substitui as entidades, conecta.
Encontros regionais nos primeiros meses de gestão; página no site no primeiro ano. Meta a definir com a coordenação da chapa.
